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Início » Apple Brasil » Brasileiros lançam plataforma para criar apps de iPhone em apenas uma hora

Uma startup brasiliense quer mexer com a forma como se produzem aplicativos para iPhone e outros dispositivos móveis. A empresa lança hoje a EasyApp, uma plataforma completamente nova e inédita no mercado brasileiro que permite criar aplicativos — para iOS, Android e BlackBerry — com poucos cliques. Em tese, daria para colocar um novo app no ar com apenas 1 hora de trabalho.

Para tanto, a EasyApp oferece um layout pré-moldado no qual os clientes inserem as informações que devem estar disponíveis no aplicativo final. Sem grandes traumas e sem saber escrever uma linha de código-fonte sequer para a plataforma escolhida, qualquer que seja ela.

A Easy App está disponível a partir dessa quarta (1º) para pequenas, médias e grandes empresas que queiram lançar um aplicativo para dispositivos móveis, mas até agora não teve condições de fazê-lo por falta de conhecimento técnico ou mesmo por limitações no orçamento.

O Tecnoblog teve acesso exclusivo à plataforma EasyApp durante alguns dias, para testar os recursos e trazer as nossas impressões para você, nobre leitor. Será que vale a pena contratar o serviço? Hummm…

Criar um aplicativo com EasyApp é realmente muito fácil, conforme a empresa brasiliense afirma ser. Logo que o painel de controle do app é acessado, temos as informações mais recentes sobre ele. De cara, eu tinha como saber as estatísticas sobre downloads do “App do Tecnoblog”, um dado importantíssimo depois que o app está no ar.

EasyApp: tela inicial do CMS | Clique para ampliar

Além disso, um status de publicação permite saber exatamente em que pé está de publicação o app está. Nos meus testes, o aplicativo não foi enviado para os avaliadores da App Store, mas esse seria o passo seguinte para ter o “App do Tecnoblog” disponível em qualquer dispositivo móvel. E o mesmo vale para as demais lojas suportadas pela EasyApp: Android Market e App World, do BlackBerry.

Uma série de abas dá acesso a diversas formas de personalização. A primeira delas diz respeito às configurações do app, como título e a descrição dele, que eventualmente serão usadas pela própria App Store quando um usuário buscar pelo nome do aplicativo na loja virtual.

EasyApp: ajustes de aparência | Clique para ampliar

A aba seguinte é uma das mais importantes. Com os ajustes de aparência, o aplicativo finalmente ganha uma identidade visual similar à do produto ou serviço que será divulgado com o aplicativo. Dá para escolher as cores dos botões, dos menus, do background do aplicativo, entre tantas coisas. As cores são inseridas na codificação RGB, que é a mais comum na web. Não existe visualização em tempo real de como a interface vai ficar com as novas cores, algo que o pessoal da Easy App deveria implementar no futuro.

Ainda na área de personalização visual, será necessário fazer o upload dos ícones e imagens de inicialização do aplicativo, tanto na resolução convencional como na resolução própria para o Retina Display, que requer imagens maiores. O mesmo vale para as imagens de fundo do aplicativo.

De acordo com o pessoal da Prime, nós testamos uma versão da plataforma que ainda não estava completamente finalizada (o beta exclusivo aconteceu antes do lançamento oficial). Então, nas opções de aplicativo do TB, estavam fotos, músicas, agenda e notícias, que são recursos voltados para aplicativos de bandas e artistas. Os ajustes são simples de serem feitos, tudo diretamente no navegador, mas nós não fizemos uma experimentação extensiva dessas funcionalidades.

EasyApp: adição de vídeos dinâmica | Clique para ampliar

A área de vídeos é uma das mais interessantes. Ela aceita URLs de conteúdos publicados tanto no YouTube como no Vimeo, o que deve ser suficiente para a maioria dos usuários. Depois de informar o título do vídeo e sua descrição, ele automaticamente entra em uma listagem, que pode ser reordenada apenas com o arrastar e soltar do mouse.

Infelizmente não foi possível verificar a integração da EasyApp com agregadores de feed RSS. Embora a plataforma indique a adição de notícias por meio de feed, esse recurso não estava ativo nos testes em que fizemos. Com isso, restou o tradicional (e cansativo) processo de adicionar cada notícia manualmente.

Para verificar o funcionamento do aplicativo, é preciso adicionar um novo perfil ao dispositivo no qual os testes serão feitos. No meu caso, meu iPod Touch antigo, de 2ª geração, serviu de cobaia. Algumas instruções são enviadas por e-mail para que o aplicativo possa ser instalado sem depender da App Store.

Esse processo pode levar alguns minutos, mas não mais do que algumas horas. A demora vai depender do processo de atualização de aplicativos, gerenciado pela equipe da EasyApp.

iPod Touch: Adição de perfil especial para testes e página de vídeos criada com EasyApp

A interface da Easy App é realmente bastante intuitiva e fácil de ser ajustada. Como benefício, não precisamos saber nada de programação para criar um aplicativo efetivamente funcional (como o da banda Duranbah, um dos cases da plataforma). Como contra, temos aplicativos cuja interface é essencialmente a mesma: os botões estão posicionados no mesmo lugar, a disposição das listas também. Para ter um serviço mais completo e personalizado, só mesmo contratando um desenvolvedor profissional ou apelando para um serviço mais completo (e cobrado à parte, como você vê abaixo).

O que menos me agradou na Easy App, por assim dizer, foi o limite de downloads dependendo do plano contratado. Isso é completamente dispensável.

A plataforma EasyApp para publicação de apps e gerenciamento de conteúdo (CMS) está disponível em três pacotes distintos. O plano Prime Classic tem setup inicial de R$ 2.099, mais mensalidade de R$ 79; o Prime Plus tem setup inicial de R$ 3.499 e mensalidade de R$ 129; e o Prime Pro, plano mais completo, tem setup inicial de R$ 4.899, mais R$ 199. Além disso, existem planos anuais com preços diferenciados. Os limites anuais para download são de 1.000 downloads no Prime Classic, 2.000 no Prime Plus, e 5.000 no Prime Pro.

Os interessados na plataforma que não quiserem utilizar o layout padrão da Easy App podem contratar o que a empresa chama de design premium, que basicamente é a personalização avançada da interface. O preço desse serviço à parte é de R$ 6.000.

Também é importante dizer que esses valores são apenas para a publicação do aplicativo em uma plataforma. Para escolher plataformas adicionais, o consumidor deverá pagar mais R$ 2.800 por sistema escolhido. Todas as informações sobre preços e planos podem ser obtidas na página do produto.

Os valores incluem a publicação e atualização dos aplicativos na App Store sempre que uma nova versão for lançada. Com isso, o consumidor evitar pagar a anuidade para ser desenvolvedor da plataforma da Apple, por exemplo, sem falar nas demais alternativas.


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A linha 2012 dos utilitários esportivos ix35 e Santa Fe, da Hyundai, vai chegar com algumas novidades ao Brasil. A montadora coreana revelou que dentre as alterações, vai oferecer, de fábrica, nas versões top de linha dos dois modelos, um novo kit multimídia, com GPS integrado e sistema de conectividade. O novo sistema multimídia vai contar com uma tela LCD de 7 polegadas, sensível ao toque, localizada no painel central, através da qual será possível acessar todas as funções do dispositivo.

No caso do GPS, a Hyundai informa que ele cobre 90% do território nacional, e disponibiliza ao usuário a opção de memorizar no aparelho os seus destinos favoritos. No quesito áudio, o sistema tem rádio AM/FM, player de CD e MP3, entrada auxiliar, porta USB, Bluetooth e conexões para iPod e iPhone. No Santa Fe, o sistema oferece como diferencial o leitor de DVD. A tela também servirá para o condutor ver em tempo real as imagens feitas pela câmera de visão traseira, que se aciona automaticamente, assim que a ré é engatada.

As novidades devem estar disponíveis até o final de 2011. O sistema terá garantia de 3 anos ou 60.000 km rodados (o que vier primeiro).

Por André Gonçalves

Hyundai, Nova Linha, Novidades

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Um dos hits do iPhone, o Flight Control passa para as mãos de uma nova empresa. É que a Electronic Arts anunciou nessa terça que vai adquirir a Firemint, pequena produtora australiana responsável por esse título tão conhecido. O valor do negócio não foi revelado (aliás, como está virando costume nessa indústria de tecnologia).

Acho que não é novidade para nenhum leitor do TB que os jogos estão ficando cada vez mais sociais. Ainda há espaço para grandes lançamentos dos consoles, como o Call of Duty, mas os joguinhos casuais tem ganhado força. Nesse sentido, a compra da Firemint faz o maior sentido para ampliar o portfolio de produtos mobile da EA.

Em comunicado, a EA afirmou que está trazendo “talento criativo” para a EA Interactive, subsidiária que cuida especificamente dos lançamentos da empresa para dispositivos móveis. Ao comprar a Firemint, a EA leva nada menos que 60 empregados, que produziram mais de 30 títulos (entre produtos próprios e franquias) ao longo de 12 anos de história.

Flight Control: quem nunca jogou não teve infância (imagem: reprodução)

Os principais sucessos da Firemint são justamente o Flight Control, que não está mais em voga como já esteve um dia — bons tempos… —, e o Real Racing. Nunca joguei o último, então não tenho condições de dizer se vale a pena baixar ou não.

Com informações: eMoney.


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Início » Apple » E se você comprasse todos os aplicativos da App Store?

O sucesso da App Store é incontestável. Nessa semana, a Apple divulgou que chegou à marca dos 500 mil aplicativos devidamente aprovados pelos avaliadores da loja virtual. Desse total, cerca de 400 mil estão ativos ainda hoje na loja. O quanto custaria se você decidisse comprar cada um dos apps da App Store?

Uma análise feita pelas empresas 148Apps, Chillingo e Chomp chegou a uma conclusão assustadora (e interessante, por que não?). Caso uma pessoa verdadeiramente afortunada bancasse a compra desses aplicativos todos, teria de desembolsar cerca de US$ 891.982. Dá mais de R$ 1,4 milhão, para você ter uma ideia. E o melhor é que esse valor chegaria direto na próxima fatura do cartão de crédito (para a maioria dos usuários).

Em quase 3 anos, a App Store conseguiu números excepcionais que com certeza deixam tio Steve Jobs muito orgulhoso. Por exemplo, as estatísticas das três empresas apontam que existam atualmente quase 86 mil desenvolvedores de aplicativos para iPhone, iPod Touch e iPad. O Angry Birds é o app mais bem sucedido da história, depois de ficar 275 dias em primeiro lugar no ranking da empresa.

Considerando-se todos os apps, descobrimos que os jogos são a categoria que mais concentra título. Representam 15% do total de aplicativos, seguidos de perto pelos e-books, com 14%. Apps na categoria de entretenimento aparecem na terceira posição, com 11% da fatia.

Preços de apps na App Store em maio de 2011 (imagem: reprodução; fonte: 148Apps, Chillingo, Chomp)

A gente sabe que você gosta de apps gratuitos. Curiosamente, eles não são maioria na App Store: agrupam 37% de todos os aplicativos. Os demais são pagos. Dentre os pagos, o preço médio fica na casa dos US$ 3,64, que dá menos de R$ 6 no câmbio de hoje.

Dito isso, aposto que você está considerando comprar todos esses aplicativos para o seu dispositivo com iOS. E aí vai a má notícia: não existe armazenamento suficiente para instalar todos os apps no aparelho. E mesmo que tivesse, o número de ícones possíveis num iPhone ou iPod Touch está limitado — salvo engano — a cerca de 10 mil, já considerando as pastinhas.

Com informações: All Things Digital.


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Tudo o que a Apple faz, dentro ou fora dos muros da fábrica, parece suscitar alguma espécie de dedução quanto ao futuro de alguns de seus produtos. Dessa vez, o fato dela ter realizado a compra de duas centenas de máquinas cortadoras de vidro fez alguns veículos da imprensa suspeitarem algo até então inusitado em relação ao iPhone 5, que ainda nem chegou às lojas.

O boato partiu de um site, que declarou a possibilidade de a nova linha de smartphones da companhia de Jobs ser mais encurvada que a atual, a exemplo da que já virou uma realidade nos seus mais recentes iPods.

Segundo esses rumores, a vantagem aparente de uma tela nesse formato é  o aumento da privacidade do usuário, já que ela seria capaz de evitar olhares estranhos de pessoas próximas.

Esse fato parece ser reforçado pela recente patente requerida pela empresa, com o intuito de desenvolver sistemas de segurança mais eficientes para seus dispositivos, algo como a criação de um "modo de privacidade" por parte do usuário, através do jogo de luzes no display.

Resta esperar para saber se tais prognósticos se confirmam.

Por Alberto Vicente

Apple, Display, iPhone 5, Lançamentos, Smartphones

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Um dos hits do iPhone, o Flight Control passa para as mãos de uma nova empresa. É que a Electronic Arts anunciou nessa terça que vai adquirir a Firemint, pequena produtora australiana responsável por esse título tão conhecido. O valor do negócio não foi revelado (aliás, como está virando costume nessa indústria de tecnologia).

Acho que não é novidade para nenhum leitor do TB que os jogos estão ficando cada vez mais sociais. Ainda há espaço para grandes lançamentos dos consoles, como o Call of Duty, mas os joguinhos casuais tem ganhado força. Nesse sentido, a compra da Firemint faz o maior sentido para ampliar o portfolio de produtos mobile da EA.

Em comunicado, a EA afirmou que está trazendo “talento criativo” para a EA Interactive, subsidiária que cuida especificamente dos lançamentos da empresa para dispositivos móveis. Ao comprar a Firemint, a EA leva nada menos que 60 empregados, que produziram mais de 30 títulos (entre produtos próprios e franquias) ao longo de 12 anos de história.

Flight Control: quem nunca jogou não teve infância (imagem: reprodução)

Os principais sucessos da Firemint são justamente o Flight Control, que não está mais em voga como já esteve um dia — bons tempos… —, e o Real Racing. Nunca joguei o último, então não tenho condições de dizer se vale a pena baixar ou não.

Com informações: eMoney.


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Atualmente o preço dos dois aparelhos está bem próximo, variando de R$200,00 a R$600,00 a mais na compra do smartphone Motorola Atrix, em comparação ao Samsung Galaxy S. Mas, será que vale realmente a pena pagar a diferença e comprar o último modelo da Motorola? Veja a seguir:

Como já tive contato com os dois aparelhos por um tempo considerável, resolvi compartilhar minhas impressões sobre e ajudar vocês leitores a se decidirem. Afinal, ainda que um modelo seja mais novo que o outro, isso não significa que ele seja melhor em todos os aspectos, não é mesmo?

O aparelho da Samsung é um pouco maior e mais fino que o da Motorola, mas a sua capa de plástico passa a impressão de ser frágil. Já o atrix é mais “compacto” e pouca coisa mais pesado aparentando ser um aparelho mais resistente. Porém, resolvi o problema do Galaxy com uma capa de silicone de 15 reais, já caiu no chão algumas vezes e até agora não aconteceu nada.

Ambas de 4 polegadas porem com diferenças na dimensão e resolução. O Galaxy S possui a tela mais larga e baixa de Super AMOLED, com uma resolução de 800×480 pixels, enquanto o Atrix possui uma tela mais estreita e alta de LCD, com resolução de 960×540 pixels.  A maior resolução da Motorola deixa os ícones menores e, como o contraste do LCD ainda é fraco comparado com o Super AMOLED, parecem ser mais foscos e sem graça. Neste quesito, o Galaxy S realmente se destaca, fazendo o Atrix passar vergonha. Aliás , a tela da Samsung é a mais bonita que eu já vi em qualquer celular até hoje (melhor até que do iPhone 4). Veja:

Ainda, a impressão que tive é de que a tela da Samsung é um pouco mais aderente, o que facilita o uso diário, mas se torna desconfortável em alguns jogos que o controle é na própria tela.

Quanto à resistência, após 8 meses de uso intenso, o Galaxy S apresenta dois pequenos riscos quase imperceptíveis, e após dois meses o Atrix também quase não apresenta nenhum dano.

Neste quesito não há duvidas, o Atrix, com seu processador dual core é, sem dúvidas, mais rápido que o Galaxy S com seu processador single core Humminbird. Assim que o testei pela primeira vez já vi uma grande diferença, tanto para entrar no Android Market e instalar alguns aplicativos, quanto para rodar alguns jogos e responder a comandos. Ele não travou comigo nenhuma vez!

É imoportante notar que o Motorola Atrix é mais rápido, mas não chega a ser “duas”vezes mais rápido que o Galaxy S. Até agora, não vi nenhum aplicativo que funcionasse apenas no Atrix. Mas, é bom considerar que o smartphone da Motorola também tem o dobro da memória interna do Samsung, ou seja, 16GB.

Os dois aparelhos apresentam uma câmera frontal de 1.3 MP e uma traseira de 5 MP com zoom digital. A diferença entre os dois é que o Atrix possui flash (ponto importante!). Em questão de qualidade, as fotos são praticamente iguais, com uma certa vantagem do Galaxy S quando há bastante luz.

Enquanto o Galaxy S já esta com a última versão do Android (Gingerbread 2.3.3), o Atrix e ainda está com o “motoblur” 2.2.2. Considero o sistema da Samsung (Touch Wiz UI) muito mais prático e bonito.

Para poder instalar alguns aplicativos no Atrix precisei fazer o root, nada que tomou mais de 5 minutos do meu tempo, mas já foi um imprevisto. Outro problema que ainda não consegui resolver foi receber arquivos por Bluetooth. O Atrix apenas manda, mas não consegue parear com nenhum outro celular ou computador.

FALHA GRAVE DO ATRIX: Existe um bug no Atrix que desbloqueia o aparelho após algum tempo. Mesmo configurando-o para apenas destravar com a digital ou senha, após algumas horas o celular volta a funcionar como se a configuração não tivesse sido feita. O problema apareceu algumas semanas após começar a usá-lo. As duas atualizações liberadas pela Motorola ainda não o corrigiram.

FALHA GRAVE DO GALAXY S: o sensor GPS do Samsung Galaxy é muito ruim, podendo atrapalhar a navegação e localização em apps como o Google Maps.

Basicamente, sem comparar preços, se você busca só desempenho e qualidade do GPS: compre o Motorola Atrix. Se você abdica um pouco da velocidade em prol de uma tela com qualidade sem igual e sistema mais atualizado, prefira o Samsung Galaxy S

Levando os preços atuais em conta, o Galaxy S pode ser a opção mais interessante.

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Acho que não é novidade para nenhum leitor do TB que os jogos estão ficando cada vez mais sociais. Ainda há espaço para grandes lançamentos dos consoles, como o Call of Duty, mas os joguinhos casuais tem ganhado força. Nesse sentido, a compra da Firemint faz o maior sentido para ampliar o portfolio de produtos mobile da EA.

Em comunicado, a EA afirmou que está trazendo “talento criativo” para a EA Interactive, subsidiária que cuida especificamente dos lançamentos da empresa para dispositivos móveis. Ao comprar a Firemint, a EA leva nada menos que 60 empregados, que produziram mais de 30 títulos (entre produtos próprios e franquias) ao longo de 12 anos de história.

Flight Control: quem nunca jogou não teve infância (imagem: reprodução)

Os principais sucessos da Firemint são justamente o Flight Control, que não está mais em voga como já esteve um dia — bons tempos… —, e o Real Racing. Nunca joguei o último, então não tenho condições de dizer se vale a pena baixar ou não.

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Este artigo foi publicado hoje.

Finalmente o Motorola Atrix chegou ao Brasil. O aparelho, que chega para fazer frente ao iPhone 4 parece que realmente cumpre o que promete.

O aparelho possui tela Gorila Glass de 4 polegadas e resolução de 540×960 pixels, 16GB de Memória Interna, 1GB de memória RAM, processador Dual-Core de 1GHz, câmera de 5MP com Flash LED, Wi-Fi, BLuetooth, entrada HDMI e sistema operacional Android 2.2 (Froyo).

Com relação a bateria, temos uma duração de quase 400 horas em Stand-by e 9 horas em conversação.

Alguns acessórios bacanas que vem com o aparelho são: Carregador Veicular, Fonte de Energia (como os computadores), Cabo HDMI e um Dock especial para o aparelho com controle remoto.

Motorola, Motorola Atrix, Novidades, Smartphone

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